quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O jeito estelionatário de ser do PSDB: Atriz afirma "EU NÃO VOU VOTAR NO AÉCIO NEVES"

Via Diário da Manhã

Letícia Sabatella demonstra indignação com vídeo de Aécio em redes sociais

Atriz afirma "EU NÃO VOU VOTAR NO AÉCIO NEVES"

 

DIÁRIO DA MANHÃ

TALITHA NERY

A atriz Letícia Sabatella usou sua página no Facebook para desabafar sobre um vídeo que está sendo divulgado nas redes sociais através de apoiadores de Aécio Neves. Na tarde de hoje (21), ela afirmou que não vota no candidato do PSDB e que o vídeo que mostra alguns artistas é na verdade um corte do usado para a campanha Gota D'água.

O vídeo do movimento Gota D'água foi usado para pedir assinaturas para um abaixo assinado contra a construção da Usina de Belo Monte. A atriz declarou que não pediram a utilização da imagem dos artistas presentes no vídeo vinculado à campanha do presidenciável. Sabatella ainda afirmou estar indignada com a situação.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Confira postagem na íntegra:

"Acabo de assistir, com muita indignação, um vídeo de propaganda política pró candidato Aécio Neves, utilizando imagens de vários atores que haviam sido feitas pra campanha do Gota D'água, contra a realização da Usina de Belo Monte, em defesa das populações e das áreas atingidas, naquela região. Eu quero deixar bem claro, que isto é um roubo, um desrespeito. EU NÃO VOU VOTAR EM AÉCIO NEVES! Nenhum daqueles atores deram sua autorização para constar suas imagens e depoimentos, descontextualizados, naquele vídeo de propaganda pró PSDB! Trata-se de uma enorme MENTIRA! Quem puder , por gentileza, compartilhe. Grata.Leticia Sabatella"

Foto: Reprodução Facebook

Rock na veia: Lobão e os Tucanóides em Água, cadê você?

GilsonSampaio

Reeleger Dilma é um imperativo

Via Brasil de Fato

Trataremos apenas de coisas sérias. Trataremos da construção resultante de 12 anos de gestões petistas. Gestões que – com suas políticas sociais – retiraram da miséria absoluta cerca de 50 milhões de brasileiros

Alípio Freire

Última semana para o desfecho das eleições presidenciais. Ainda temos indecisos e aqueles que propõem o voto nulo, no mais difícil processo eleitoral desde a chamada “abertura” do final dos anos 1970. Um processo pontuado por todo tipo de iniciativas golpistas por parte da direita, aglutinada em torno do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), e do Democratas (DEM), triste travesti da velha ARENA, o partido de sustentação da ditadura, com o seu candidato Aécio Neves.

O discurso antipetista desses senhores tem se baseado em moralismo semelhante ao do senhor Jânio Quadros, golpista de lamentável memória. Não responderemos neste texto àqueles que, certamente submetidos por vontade própria a himenoplastias, aplicação intensiva de pedra ume nas partes íntimas ou outros métodos, se escandalizam com as denúncias de corrupção envolvendo petistas. E não responderemos simplesmente porque apenas para elencar todos os crimes de corrupção do PSDB e do DEM – todos eles impunes – exigiria várias edições do nosso jornal. É simplesmente grotesco assistir ao senhor Fernando Henrique Cardoso (aquele que comprou, com dinheiro público, o Congresso Nacional para votar a emenda Constitucional que lhe permitiu um segundo mandato) enchendo a boca para denunciar a corrupção de petistas. Declinaremos do bizarro neste artigo.

Trataremos apenas de coisas sérias.

Trataremos da construção resultante de 12 anos de gestões petistas.

Gestões que – com suas políticas sociais – retiraram da miséria absoluta cerca de 50 milhões de brasileiros;

que – com suas políticas na área da Educação – criaram condições para que milhões de jovens das camadas populares pudessem ter acesso a cursos técnicos e universidades;

que – com sua política de Saúde – ampliaram o atendimento médico das populações nos confins deste país;

que – com sua política Habitacional – garantiu moradia para milhares de famílias;

que – permitindo o acesso dos cidadãos e cidadãs a todas as informações dos ministérios, secretarias, empresas e demais órgãos públicos federais – criou uma transparência jamais conhecida pelo nosso povo;

que – apesar da privataria tucana herdada do governo Fernando Henrique Cardoso – conteve a sangria desatada nessa área, garantindo o Monopólio Estatal do Petróleo (Petrobras), o caráter público do Banco Central, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal;

que – com suas sucessivas políticas de Direitos Humanos – criou uma comissão para a prevenção e erradicação da tortura e, pela primeira vez em mais de 500 anos da nossa história, instituiu um organismo para a investigação dos crimes perpetrados pelas nossas elites – a Comissão da Verdade;

que – com sua política Internacional – conseguiu transformar o Brasil em importante interlocutor de todos os povos, com destaque para o grande avanço do Mercosul e do BRICS e a criação juntamente com a Rússia, Índia, China e África do Sul o Novo Banco de Fomento – garantias de nossa soberania e integridade do nosso território e, assim, reforçando barreiras contra a ingerência direta dos EUA em nossa economia e destino.

Mas, se para essa construção (da qual apontamos apenas alguns aspectos) foram necessários 12 árduos anos, sua destruição/desconstrução poderá acontecer em apenas uma gestão. Destruir é sempre mais fácil. E é para isto que estão organizadas as matilhas e alcateias da direita. O senhor Aécio Neves representa exatamente a destruição de tudo isto.

E mais: de acordo com todas as denúncias assinadas e documentadas que circulam pela internet e em vários círculos – e que apenas as instâncias judiciais desta República não tomaram conhecimento, uma possível – ainda que improvável – eleição do senhor Aécio Neves representará um governo sob a batuta do crime organizado. Sim, pois informações abalizadas e fundamentadas de diversos cronistas e cidadãos, o senhor Aécio Neves, além de dependente químico (o que é apenas uma questão de saúde pública) é parte ativa do narcotráfico, empresário do setor – o que, aliás, explica também seus aeroportos construídos com verbas públicas.

Ainda assim, frente a essa renhida batalha entre Eros e Tanatos – metáfora grega para a eterna disputa entre a Vida e a Morte – muitos companheiros (bons companheiros) e correntes de esquerda apregoam o voto nulo. Erro crasso e pelo qual a classe trabalhadora e o povo (povo = explorados e oprimidos) pagarão um altíssimo preço. E aqui, a pergunta que não quer calar: por que somos de esquerda, senão para nos colocarmos a serviço dos interesses da classe trabalhadora (à qual pertencemos) e do povo?

Por detrás de decisões desse tipo, geralmente vicejam equívocos como: os aparelhos (partidos, grupos, organizações, movimentos etc.) são mais importantes que a razão primeira de suas existências: a defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo. Some-se a isto a velha deformação do “quanto pior melhor” – só que o pior só é melhor quando é pior para os nossos inimigos de classe. O pior para os nossos inimigos de classe é a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Por fim, uma visão apocalíptica e redencionista do mundo: não importa o sofrimento e morte de trabalhadores e demais camadas populares, pois, com a revolução socialista que esses companheiros e seus aparelhos supõem que farão sozinhos, todos ressuscitarão de suas sepulturas para a felicidade e alegria eterna numa nova sociedade onde os rios jorrarão leite e mel.

Reeleger Dilma 13 é um imperativo.

Alipio Freire é jornalista, escritor, cineasta e artista plástico, é membro dos Conselhos Editoriais do Brasil de Fato e da Editora Expressão Popular, e integra o Conselho Curador do Memorial da Anistia (BH-MG).

Chomsky: Los ataques con drones de EEUU son terrorismo

Via Hispan TV

Pic

El escritor y crítico estadounidense Noam Chomsky considera que las ofensivas de Estados Unidos con drones son “ataques terroristas", también las guerras impuestas por Washington en todo el mundo, informa este martes la agencia rusa de RT.

Chomsky, tras criticar las estrategias injerencistas de EE.UU. en otros países, insiste en que los asesinatos con aviones no tripulados (drones) de los Estados Unidos son un ejemplo de cómo Washington origina el terrorismo a nivel mundial.

Estas operaciones, aduce, se vinculan al terrorismo, ya que aterrorizan a la gente y esta no permanece indiferente ante la situación.

Chomsky también se refiere a las dos principales amenazas contra la humanidad: una posible guerra nuclear y los desastres ambientales en el planeta.

"Hay dos temas cruciales en este momento. La primera es la amenaza constante de una guerra nuclear. La segunda, que también pone en peligro la existencia de la especie, son los desastres ambientales que los seres humanos están causando y que no paran", advierte el veterano intelectual norteamericano.

Según la Organización de las Naciones unidas (ONU) y otras entidades de derechos humanos, Estados Unidos encabeza la lista de “asesinatos selectivos” a nivel mundial, en gran medida por sus operaciones en otros países.

Fraudes do 1º turno podem se repetir no 2º turno das eleições no Brasil

Sanguessugado do redecastorphoto

Adriano Benayon

Texto enviado pelo autor

Ilustrações e subtítulo: redecastorphoto


Fraude!

1. Às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, o Brasil tenta sobrenadar num mar formado pela caudal dos factóides e da desinformação, combinada com a avalanche da exploração de preconceitos ideológicos.

2. Para não nos afogarmos, é conveniente estar atentos aos fatos, pois estes costumam receber dois tipos de tratamento da grande mídia, das cúpulas profissionais e mesmo da maioria dos acadêmicos:

a) ser deliberadamente ocultados e, assim, ignorados por muitos;

b) ser errônea e/ou incompletamente contados, além de deformados, ao serem interpretados em seu conjunto.

3. Um fato importante é que a urna eletrônica “brasileira” não é, nem um pouco confiável, pois ela depende do programa (software), sendo impossível detectar qualquer fraude nele inserida.

4. Baseio-me no que tem sido demonstrado por professores de ciência da computação, da mais inquestionável competência.

5. Eles explicam que, sem mudar para urnas de geração mais avançada, o próprio voto impresso, a última linha de defesa dos que pugnam por eleições livres, só possibilitaria comprovar, por amostragem, ter havido fraude em determinada seção ou zona eleitoral.

6. Mas os tribunais eleitorais não admitem sequer a impressão do voto, e o próprio STF chegou a ponto de considerá-la inconstitucional, alegando que isso quebraria o sigilo do voto, princípio constitucional com valor de cláusula pétrea.

7. Ora, para assegurar o sigilo, basta que o eleitor guarde o impresso, para eventual conferência, do mesmo modo que, antes da eletrônica, não ficava dizendo em quem votou, se não quisesse.

8. A Revolução de 1930 instituiu eleições livres, causa justa para derrubar a República Velha: o País clamava por acabar com o voto de cabresto, no contexto socioeconômico semicolonial descrito no clássico de Victor Nunes Leal, Coronelismo, Enxada e Voto.

9. Contava-se então esta estória: um fazendeiro chama os peões e distribui-lhes papeis dobrados em envelopes para colocar na urna. Um dos peões pergunta ao patrão se poderia saber o que está escrito no papel. Resposta: “Não pode, não. Você não sabe que o voto é secreto?”


10. Seria de valia para quem deseja conhecer a questão, acessar o site Voto Seguro e ler a ata de reunião da CCJ da Câmara dos Deputados, de 08.05.2012, na qual falaram os principais especialistas em segurança eletrônica do País.

11. Há um excelente resumo (12.05.2012) desses depoimentos por Osvaldo Maneschy, que começa assim:

Na audiência pública para discutir se o voto eletrônico deve ser impresso ou não, na última terça 8/5/2012, na CCJ da Câmara, ficou claro: o TSE bate de frente com os especialistas em informática que garantem que a impressão é a única forma de tornar segura a urna eletrônica que usamos no Brasil, de 1ª geração, ultrapassada, diferentemente de máquinas modernas – como a urna eletrônica argentina, de 3ª. geração - que imprime o voto e permite que o eleitor o confira.

12. Maneschy cita o o professor Diego Aranha, hoje na UNICAMP, e que fizera importante demonstração pública disto:

Tivemos apenas uma hora de acesso ao código-fonte da urna eletrônica brasileira, mas foi tempo suficiente para quebrarmos o único dispositivo que ela usa para garantir o sigilo do voto.

13. Aranha foi, na UNB, aluno do Prof. Pedro Rezende. Este, em um de seus artigos magistrais, publicado no Observatório da Imprensa, 15/04/2014, esclarece que um sistema eletrônico de votação como o do TSE, baseado em urna modelo DRE, caracterizado por não permitir recontagem dos votos, potencializa ao máximo os problemas decorrentes da informatização, por implicar dependência absoluta em relação ao software.

14. Rezende  cita pesquisas da agência oficial dos EUA, U.S. Election Assistance Commission, (diretrizes VVSGVoluntary Voting System Guidelines) e o Brennan Report, da Universidade de Nova Yorque.

15. Elas descrevem 128 formas de fraude em sistemas de votação eletrônica e recomendam a diretriz VVPAT (Voter-Verifiable Paper Audit Trail), que dota o sistema de trilha de auditoria com registro material de cada voto, verificável pelo eleitor.

16. Esse registro serve para entrada do voto eletrônico na urna, em cujo modo é escaneado, ou como saída do voto eletrônico, em cujo modo é impresso; depois, para depósito manual ou automático, para possível auditoria.

17. Ainda Rezende:

Dos países que testaram ou usaram sistema baseado em urna DRE (...) todos, à exceção do Brasil, já a abandonaram. Bélgica, Russia, Índia, EUA, Canadá, México, Venezuela, Peru, Equador, Argentina usaram e trocaram ou adaptaram seus sistemas para algum modo VVPAT. Por fim, EUA Israel, Equador e Argentina, em eleições locais ou regionais, já usaram ou usam sistema E2E, cujas trilhas virtual e material de contagem e de auditoria dos votos são interdependentes.

18. Outro expoente da matéria, o Eng. Amilcar Brunazo Filho diz:

O eleitor argentino pode ver e conferir o conteúdo do registro digital do seu voto. O eleitor brasileiro não pode!. No Brasil, o voto é secreto até para o próprio eleitor.

19. Não é aceitável, portanto, a postura do STF, TSE e muitos TREs, que têm indeferido pedidos de se demonstrar, perante essas autoridades, a completa vulnerabilidade da urna eletrônica à fraude.


20. Menos ainda, que ministros do STF tenham interferido no poder legislativo, seja para impedir a aprovação do voto impresso, seja para cassá-lo, quando leis foram promulgadas para assegurá-lo.

21. Em 2004, Nelson Jobim, então presidente do STF, fez convocar reunião de líderes da Câmara dos Deputados, na qual os intimidou (todo político tem processos nas altas cortes), para, por voto de liderança, decidirem suprimir da lei a impressão do voto.

22. Chegou a viger, mas quase não chegou a ser aplicada, Lei do Voto Impresso, de autoria do Senador Requião, e, em 2009, foi promulgada por Lula, lei dos deputados Brizola Neto e Flávio Dino, que teve este destino, selado pelo STF, em 6/11/2013:

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade do artigo 5º da Lei 12.034/2009, que cria o voto impresso a partir das eleições de 2014. Na sessão plenária realizada nesta quarta-feira (6/11/2013), os ministros confirmaram, em definitivo, liminar concedida pela Corte em outubro de 2011, na qual foram suspensos os efeitos do dispositivo questionado pela Procuradoria Geral da República (PGR) na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4543.

23. Após o 1º Turno das Eleições de 2014, o que já era mais que suspeito, tornou-se flagrante. Nunca se viram discrepâncias tão grandes entre as pesquisas de boca de urna e os resultados finais.

24. Sempre em favor dos candidatos (ou interesses) afinados com o sistema de poder comandado pelas oligarquias financeiras mundial e local, e em prejuízo dos políticos com currículo de defesa dos interesses nacionais, como Requião, ou críticos de sustentáculos daquele sistema (Globo), como o mesmo e Garotinho.

25. O professor Gustavo Castañon, da UF Juiz de Fora, publicou em “O Viomundo”, 11.10.2014, artigo (Fraude eleitoral ou na pesquisa de boca de urna?) em que define a “urna eletrônica brasileira” como a única do mundo totalmente invulnerável à fiscalização.

26. Castañon assinala que o resultado de Aécio foi muito além da margem de erro do Ibope, 1,5% além do previsto, e o de Dilma, aquém, 2,5%. Aécio tinha 99% de chances de ter entre 28% e 32% dos votos. Teve 33,5%.

27. O outro “erro” foi com os índices de Dilma. Ela teve 0,5% para menos, além da margem de erro. Castañon:

A chance de isso acontecer é bem menor do que 0,005 x 0,005:  menor que 0,000025% (25 décimos milésimos por cento) o que é uma IMPOSSIBILIDADE matemática. Esse FATO virtualmente determina a FRAUDE ELEITORAL.

28. Resumindo Castañon:

Resultados virtualmente impossíveis aconteceram em todo o País. A avalanche absurda de 40,4% em Sartori no RS, por exemplo, quando a boca de urna previa 29%. Esta dava Genro (PT) 35%, Sartori (PMDB) 29%, Amélia (PP) 26%. As urnas deram Sartori 40,4%, Genro 32,5% e Amélia 21,7%. Não existem espaços na linha para os zeros necessários para expressar a probabilidade de isso ter ocorrido por acaso.

29. Olívio Dutra, no RS, perdeu a vaga no Senado, depois de a boca de urna ter indicado sua vitória por 6 pontos percentuais de diferença. No RJ, 8% dos votos parecem ter sido transferidos de Garotinho para Pezão e Crivella.. Pezão teve mais 6% e Crivella mais de 2%, acima da margem de erro.


30. Pergunta, ainda, Castañon:

Por que será que temos o Congresso eleito mais fisiológico de todos os tempos?

E afirma:

O estado das coisas se torna mais chocante com a quantidade de denúncias de fraude abafadas pela imprensa e o fato de o TSE ter terceirizado a operação das urnas nesta eleição de 2014 para empresas privadas.

31. Ele conclui:

Só restam duas possibilidades: ou o IBOPE fraudou as pesquisas de boca de urna e arruinou voluntariamente sua reputação, ou o Brasil viveu sua maior e mais escandalosa fraude até hoje. Escolha que teoria da conspiração lhe parece mais racional, porque é só o que tem pra hoje.