quarta-feira, 1 de abril de 2015

Comunista, não! Empreendedorista!

Via Jornal do Brasil

Mauro Santayana

Ao contrário do que afirmam, na internet, os hitlernautas, o Brasil não está cada vez mais “comunista”, mas, a cada ano que passa, ainda mais “capitalista”.

Não bastasse a força do capital tupiniquim, que se traduz em alguns dos maiores bancos e algumas das maiores empresas alimentícias e de infraestrutura do mundo - estas últimas sob ameaça de quebra devido às consequências não judiciais da operação  Lava a Jato  - o país marca nova posição no âmbito da livre iniciativa, provando que o ambiente de negócios não anda tão mal quanto parece.

A mais nova pesquisa do GEM - Global Entrepreneurship Monitor - coloca nosso país na primeira posição do ranking mundial de empreendedorismo, à frente tanto de parceiros do BRICS, como de nações do chamado “primeiro mundo”.

Três em cada 10 cidadãos entre 18 e 64 anos de idade já são donos, no Brasil, do seu próprio negócio, ou estão envolvidos, atualmente, com a constituição de uma empresa.

Na última década, que os adversários do governo poderiam chamar de “vermelha”, a taxa de empreendedorismo cresceu de 23% para 34,5%.

Com isso, nosso país saltou, nesse aspecto, para a primeira posição do mundo, deixando para trás a China (26,7%), a Índia (10,2%), a África do  Sul (9,6%) e a Rússia (8,65) e países “desenvolvidos”, como os EUA (20%), a Inglaterra (17%), o Japão (10,5%) a Itália (8,6%) e a França (8,15).

Quais foram as razões para isso?

O barateamento e a expansão do crédito e do consumo; um aumento de mais de 400%, do PIB, em dólares, desde 2002;  a multiplicação do salário mínimo e da renda per capita; a determinação e a coragem do empreendedor brasileiro e o trabalho de instituições - como o Sebrae e o BNDES - voltadas para o fortalecimento de micro e pequenas empresas. 

Bálsamo medieval com alho, cebola e bile de vaca mata superbactérias

GilsonSampaio

Verdadeira ou não, o fato é que com o domínio da indústria farmacêutica – cronificação de doenças - muitos remédios populares e eficazes vão se perdendo na memória

Via BBC

Foto: Biblioteca Britânica/ © The British Library Board (Royal 12 D xvii)

Cientistas tentaram reproduzir com máxima exatidão a receita do manuscrito do século 10/ Foto: Biblioteca Britânica/ © The British Library Board (Royal 12 D xvii)

Um tratamento de mil anos de idade, usado na Idade Média para combater infecções nos olhos, pode ser a chave para acabar com as superbactérias resistentes a antibióticos, de acordo com pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Grã-Bretanha.

Os cientistas recriaram um remédio anglo-saxão do século 10 que continha cebola, alho, vinho e bile de vaca.

O grupo se surpreendeu ao descobrir que este remédio antigo exterminou quase que completamente, em até 90%, o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM).

O remédio foi descrito em um antigo manuscrito anglo-saxão com instruções sobre tratamentos e bálsamos, o Bald's Leechbook, que está na British Library.

O manuscrito é tido como um dos primeiros exemplos de "livro medicinal", segundo Tom Feilden, editor científico do programa Today, da BBC.

Para os olhos

A especialista em cultura anglo-saxônica Christina Lee, da Universidade de Nottingham, traduziu a receita de um "bálsamo para os olhos, feito com alho, cebola ou alho-porro, vinho e bile de vaca".

"Escolhemos esta receita porque contém ingredientes, como o alho, que estão sendo investigados por cientistas do presente por sua potencial eficácia em tratamentos com antibióticos", disse a especialista que teve a ideia de provar a cientificamente o efeito do remédio.

"Algumas palavras eram ambíguas e tivemos que pensar muito para saber a qual ingredientes se referiam", disse Freya Harrison, pesquisadora da Escola de Ciências da Vida da mesma universidade.

"Reconstruímos (a receita) da forma mais fiel que pudemos", acrescentou Harrison.

Receita detalhada

A receita descreve uma forma muito específica de obter o bálsamo, que inclui a utilização de uma vasilha de metal para ferver a mistura em água e deixar descansando durante nove dias.

Thinkstock

Outras pesquisas já analisam poder antibiótico do alho

Os pesquisadores provavam todos os ingredientes frescos separadamente, assim como o remédio em seu conjunto e também uma solução de controle, sem os componentes vegetais.

O remédio resultante da receita medieval exterminou até 90% de bactérias cultivadas em laboratório, tanto em feridas sintéticas como em feridas reais infectadas em ratos.

Harrison afirmou que a equipe esperava que o bálsamos demonstrasse "certa atividade antibiótica".

"Mas ficamos espantados ao ver a eficácia da combinação de ingredientes", afirmou.

Os cientistas diluíram a mistura para testar a dosagem ideal contra uma infecção real em uma pessoa.

Eles concluíram que, quando muito diluído, o remédio não consegue matar oStaphylococcus aureus resistentes à meticilina (SARM), bactéria que gera infecções na pele e no sangue. Mas, mesmo diluído, o remédio consegue interferir na comunicação celular da bactéria.

 

Para os pesquisadores esta é uma "conclusão chave", já que as células precisam se comunicar para ativar os genes que permitem que elas causem danos nos tecidos infectados.

Os microbiólogos acreditam que bloquear esta comunicação seria uma forma alternativa de tratar infecções.

GettyManuscrito é mantido e conservado na Biblioteca Britânica, em Londres

As conclusões da equipe de pesquisadores serão apresentadas na Conferência Anual da Sociedade de Microbiologia Geral, em Birmingham.

"Parece que os médicos anglo-saxões puseram em prática algo bem próximo dos métodos científicos modernos com sua ênfase na observação e na experimentação", disse Tom Feilden à BBC.

"O Bald's Leechbook pode conter lições importantes para nossa batalha atual contra a resistência a antibióticos", acrescentou.

A receita do bálsamo para os olhos de Bald

  • Misturar uma quantidade semelhante de alho com cebola ou alho-poró, picada e esmagada em um pilão durante dois minutos.
  • Adicionar 25 ml de 'vinho inglês', extraído de um vinhedo histórico perto de Glastonbury, que já existia no século 9, para tentar reproduzir a receita da forma mais fiel.
  • Dissolver sais biliares bovinos em água destilada e então manter a mistura fria, a quatro graus, durante nove dias.

Gilmar Mauro: "Não haverá golpe sem resistência; nossos movimentos não formaram covardes”

Via MST

Movimentos populares fazem plenária em São Paulo em defesa dos direitos e contra a corrupção. Atividade é um esquenta para ato do dia 7/04.

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Maura Silva
Da Página do MST

Lideranças dos movimentos populares, centrais sindicais e partidos políticos realizaram na noite desta terça-feira (31), na Quadra dos Bancários, em São Paulo, uma plenária estadual com mais de 2 mil pessoas para defender a democracia, a reforma política, a Petrobras e os direitos trabalhistas.

“Estamos aqui em defesa de um legado dos últimos 12 anos que elevou a capacidade e melhoria da qualidade de vida da classe trabalhadora. Precisamos defender esse projeto político que nós construímos”, disse o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas.

“Jamais aceitaremos o golpismo, mas não aceitamos e não podemos achar que o ajuste fiscal feito pelo [ministro da Fazenda Joaquim] Levy vá levar esse Brasil à frente, porque não vai. Nós necessitamos que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. E há insatisfação da classe trabalhadora, registre-se”, acrescentou o presidente da CUT.

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Gilmar Mauro, da coordenação nacional do MST, destacou que o movimento defenderá o governo se houver ameaça de golpe, mas criticou também a política econômica desenvolvida pelo Planalto. “Não haverá golpes no país sem resistência de massa nas ruas. Não iremos para debaixo da cama, nem para a França. É esse o nosso país e aqui nós vamos estar. Os nossos movimentos não formaram covardes”, disse.

Ao se dirigir ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva sobre o mercado econômico, o Sem Terra disse que "costumam dizer por aí que o mercado têm acordado nervoso. Esse mercado é 1% dos ricos, por mim, eles têm que acordar nervosos pelos próximos 500 anos. Enquanto eles acordarem nervosos, o nosso povo vai acordar dentro de uma casa, com trabalho, segurança, tendo água, comida, escola pública e garantia de vida. Esse é o ajuste que precisamos. E nós queremos dizer em nome dos movimentos do campo, como brasileiros, temos o direito de lutar pela terra, por educação e por direitos”.

“Nós precisamos de ajustes, mas não ajustes que agridam os direitos conquistados com muito sacrifício e esforço pelo nosso povo. Precisamos de ajustes contra o capital financeiro, contra as grandes fortunas. Precisamos de ajustes com esses 500 anos de latifúndio e 400 anos de escravidão no país”, acrescentou.

O dirigente do MST também falou sobre reforma política e a importância de uma Constituinte Exclusiva e Soberana. “Os movimentos e organizações aqui presentes precisam pautar a reforma política em suas bases, reforma feita pelo povo, não por um governo que não está interessado em atender as demandas da população".

Raimundo Bomfim, coordenador da Central dos Movimentos Populares, ressaltou que os movimentos sociais não vão aceitar a retirada de direitos e destacou que o avanço conservador poderá ser combatido nas ruas, se necessário. “Se o andar de cima continuar insistindo em bater panela, o andar de baixo só tem uma alternativa: vamos botar fogo no fogão”.

Já Lula disse ter consciência que os sindicatos e movimentos sociais não concordam com a política do Planalto. “O sindicato não está contente, tenho certeza que o movimento social não está. Por isso que vocês têm feito reivindicações indo a Brasília. Com a Dilma vocês têm certeza de que podem negociar. Mas se fosse tucano, nem em Brasília vocês chegavam”, disse.

“A presidenta Dilma deveria saber o seguinte, e ela sabe. Ela sabe como eu sei, ela participou: quando eu estava no sufoco quem foi me estender a mão, jogar uma boia para me salvar, não foi o mercado, foi a classe trabalhadora brasileira”, afirmou.

Ao defender a Petrobras, o ex-presidente disse que “o que estão fazendo com a Petrobras, dizendo que tudo é bandalheira, se esquecem de dizer uma coisa. A Petrobras é uma empresa de alta governância, mas, se tiveram corruptos lá dentro, não foi uma totalidade, mas uma ou outra pessoa que deve pagar o preço por ter enganando o povo brasileiro", disse.

Os pronunciamentos sobre a situação política brasileira na plenária foram uma prévia sobre os temas que serão levados às ruas nos dias 7 de abril e no 1º de Maio, Dia do Trabalhador, quando haverá grandes atos marcados pelos movimentos populares. No evento de ontem, estavam entre os diversos movimentos sociais a Coordenação Nacional das Entidades Negras, o Centro de Estudos de Comunicação Barão de Itararé, a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Marcha das Mulheres, e a Central dos Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB).

JOSÉ SERRA PODE SER UM CABO ANSELMO AINDA NÃO DESCOBERTO?

Sanguessugado do Mello

Antonio Mello

Quando houve o golpe de 1964, Serra era presidente da União Nacional dos Estudantes, UNE.

No comício da Central do Brasil, que muitos apontam como a senha para o golpe, Serra fez um discurso radical em defesa das reformas de Jango.

Há o golpe. Ele vai para o Chile. No Chile há um golpe também. E Serra se refugia onde? Nos Estados Unidos.

Qual outro líder de esquerda fez isso?

Com a certeza que temos hoje, via liberação de documentos, que os Estados Unidos patrocinaram o golpe de 1964, por que acolheriam um "líder de esquerda"?

Serra volta ao Brasil. No governo FHC trabalha intensamente pela privatização de nossas riquezas.

Em vídeo facilmente localizável na Internet, FHC diz textualmente que Serra lutou ferozmente a favor da privatização da Vale, um dos maiores crimes de lesa pátria, daquele período tão cheio deles.

Agora, como sua primeira medida no Senado, Serra quer privatizar a Petrobras.

É ou não é um cabo Anselmo?

Por que o Irã não pode ter a bomba atômica?

Sanguessugado do Bourdoukan

Georges Bourdoukan

Os bagrinhos amestrados respondem: “Porque o Irã não está preparado para viver no seio das nações civilizadas”.

 

Vietnam, Palestina, Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria e...


O que o Irã pode fazer que o Ocidente já não fez?
A Inquisição?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Ocupar, saquear e transformar o continente africano em colônia?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Ocupar, saquear e colonizar o continente asiático?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Provocar a Primeira Guerra Mundial?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Provocar a Segunda Guerra Mundial?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Jogar a bomba atômica sobre Hiroshima?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Jogar a bomba atômica sobre Nagasaki?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Invadir o Iraque e destruir mais de 35 mil sítios arqueológicos?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Invadir o Afeganistão e não deixar pedra sobre pedra?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Ocupar e transformar a belíssima Guantánamo cubana num centro de tortura?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Saquear as riquezas das Américas do Sul e Central?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Construir um muro em Israel para segregar os semitas palestinos?
Isso o Ocidente civilizado já fez.

Financiar os principais cartéis de drogas de todo o mundo para dar uma sobrevida a Wall Street?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Realmente, o Ocidente tem razão. O Irã não está preparado para viver no seio das nações civilizadas...